Campus Centro Dá Início à Oficina de Libras

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No dia 07/05 do corrente ano, iniciou no Campus Centro, em seu Auditório Novo e na sala 18, a Oficina de Libras (Língua Brasileira de Sinais). O curso é dividido em seis encontros com a criação de três turmas nos horários, uma turma de 11h às 12 h (no Auditório Novo) e duas turmas no horário 13h às 14h (uma no Auditório Novo e outra na sala 18). E sua inscrição foi aberta a toda comunidade escolar (alunos, servidores e prestadores de serviço), com grande procura pela mesma.

De acordo com a Lei 10.436, de 24 de abril de 2002, a Língua Brasileira de Sinais promover-se-á “por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais”. Não só a importante tarefa da difusão como a associação do conteúdo, promovido por esta oficina, com a integração dos sujeitos da comunidade escolar às demandas da comunidade surda.

Os intérpretes de Libras Emanoela Bezerra e Thiago Carlos da Silva e a turma vespertina da Oficina de Libras no Auditório Novo

A coordenadora do NAPNE (Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Específicas) do Campus Centro Juliana Castro enfatizou a importância de iniciativas inclusivas como estas e da capacitação para a formação dos inscritos na atividade. “O ensino da Libras a alunos, docentes e servidores favorece a interação com os surdos da comunidade escolar, valoriza a formação contínua (há emissão de certificado) e, principalmente, promove a reflexão sobre a escola inclusiva. O NAPNE busca incentivar esse envolvimento coletivo, pois a inclusão se faz na pluralidade e deve ser abraçada por todos”, afirmou.

Já a intérprete de Libras Emanoela Bezerra, ministrante da oficina, assinalou a superação dos óbices à construção de uma comunicação que preze pela diversidade. “Semeando o conhecimento linguístico da Libras, estreitamos laços culturais que estão próximos nacionalmente, possibilitando uma desmitificação e quebrando barreiras da comunicação, criadas por conceitos antigos de uma sociedade que não era permissiva ao olhar da diversidade”, declarou.

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